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    segunda-feira, 16 de abril de 2018

    2 comentários:

    1. Era para ganhar. Na nossa casa, num ambiente extraordinário e com o apoio de 60 mil, não tivemos competência para mandar no jogo (todo) e para ganhá-lo. Na 1ª parte, sempre que atacámos bem, tornou-se óbvio que a vitória estava perfeitamente ao nosso alcance. Quando começámos a recuar (foram os jogadores ou foi indicação que saiu do banco?) e não atacávamos, com o jogo a decorrer tempo demais no nosso meio campo, augurei coisa ruim. E aconteceu, naquele pontapé feliz do adversário. Não se ganham jogos sem rematar à baliza (a falta que nos fez Jonas e que nos faz Mitroglou...), e neste jogo tínhamos de rematar mais do que rematámos, tínhamos de arriscar mais do que arriscámos, porque era um jogo decisivo.
      Tivemos o pássaro na mão e deixámo-lo fugir.
      O Dias foi o Dias que tem sido, desde que o visitaram na Maia. E o Martins também não viu o penálti cometido sobre o Ziv. Dois artistas escolhidos a dedo pelo lagarto que manda na arbitragem. Se eu fosse o RV teria avisado os nossos jogadores que iam lutar contra catorze e que, por tal, teriam de jogar muito, muito mais do que os outros.
      É preciso termos calma e continuar a apoiar a equipa. Ainda não acabou.

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    2. Já não tenho grandes esperanças. Em casa temos que mandar nós, perdemos novamente o campeonato no jogo na Luz frente ao Porto.

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